Adilson F. Guimarães Junior
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  • Para tocar MP3 numa apresentação feita com PowerPoint 97/2000

    Você pode tocar músicas no formato MP3 durante a apresentação se tiver instalado no micro o software Winamp (há uma versão grátis para download no site www.winamp.com). Copie um arquivo MP3 do seu disco rígido ou da Internet e cole no slide. Feito isto, clique no botão Efeitos de animação e escolha Personalizar animação para ajustar o arquivo MP3 como música de fundo. Na propriedade Intervalos, selecione cada item da lista Objetos de slide sem animação até encontrar seu arquivo MP3. No quadro Iniciar animação, marque Animar. Agora você precisa avisar ao PowerPoint para ativar o arquivo. Ainda na caixa Personalizar animação, clique na aba Configurar execução e, em Ação do objeto, selecione Ativar conteúdo e clique OK. Por fim, na barra de menus, escolha Ferramentas/Opções, clique na aba Geral e desmarque a Proteção contra vírus da macro, para o programa não ficar aborrecendo você com alertas sobre a possibilidade de haver vírus no seu arquivo MP3. Antes de começar a apresentação, abra o Winamp e deixe-o minimizado, pronto para tocar a música. Se você tem outro tocador instalado, ajuste o Winamp como MP3-player padrão antes de iniciar o show. Ao terminar, não se esqueça de habilitar a proteção antivírus.



    O arquivo travou? Pode ser a memória

    Você está trabalhando num arquivo e, de repente, o programa trava. O sistema avisa que o aplicativo precisa ser fechado porque realizou uma \"operação ilegal\" e reclama da falta de um arquivo. Esses arquivos são endereços de memória e, se repetirem com freqüência, pode ser que o pente de memória tenha se desencaixado ou esteja com defeito. Tente a solução otimista: desencaixe a memória, limpe os conectores e reencaixe. Se não der certo, teste com um outro pente antes de procurar socorro ou comprar memória nova.



    A melhor maneira de acabar com o lixo temporário

    O diretório TEMP no Windows armazena arquivos temporárioscriados pelas instalações dos programas. Remover esse lixo aumenta a velocidade do Windows e também libera espaço de HD. A melhor ocasião para fazer isso é antes da inicialização, quando certamente nenhum programa estará acessando esse diretório. Assim, acrescente a linha abaixo ao arquivo AUTOEXEC.BAT (localizado em C:\, se o Windows estiver nesse disco): del C:\Windows\Temp\*.tmp > nul Assim, o diretório TEMP estará limpo sempre que o Windows for iniciado.



    Como recuperar arquivos apagados por equívoco

    A lei de Murphy é infalível: justo quando você precisa terminar um trabalho “para ontem”, apaga, sem querer, um arquivo fundamental. Desesperado, você abre a Lixeira do Windows, mas o arquivo também não está lá. E agora? Calma, nem tudo está perdido. Com alguma habilidade — e paciência —, você pode recuperar esse arquivo. Veja como:
    Constatado o sumiço do arquivo, a primeira providência é suspender o trabalho na máquina. Isso evita que novos arquivos ocupem o lugar daquele que foi apagado. Como assim? Quando se apaga um arquivo no disco rígido, ele não é destruído: o espaço que ocupava fica marcado como livre para escrita, mas os dados permanecem intactos. Assim, se você pára as atividades no micro, aumenta as chances de recuperar o arquivo, porque evita a ocupação daquela área por outro arquivo.
    Antes, você recebeu a notícia boa: é possível ressuscitar o arquivo apagado. Prepare-se, agora, para os detalhes desagradáveis: nas versões atuais do Windows — ou seja, 98/Me, 2000 e XP —, não há no sistema uma ferramenta capaz de “desapagar” arquivos. O velho comando Undelete, do DOS, não existe nessas versões. Também não existe utilitário gratuito que execute essa operação. Todos os programas especializados oferecem cópias de demonstração que apenas indicam se é possível recuperar um arquivo — mas não o fazem. Ou então permitem apenas a restauração de arquivos com tamanho máximo de 10 KB (um documento do Word 2000, vazio, tem 19 KB). Portanto, a única saída é adquirir um desses programas.
    Lembre-se: para manter a possibilidade de reaver o arquivo, você não deve instalar no micro nem mesmo o software que vai recuperá-lo. Em geral, os programas desse tipo trabalham de duas formas. Numa, trazem, em separado, uma versão para funcionar em disquete ou CD. Na outra, depois de instalados, permitem gerar o disquete. Se o programa que você usar for desse segundo tipo, então será necessário instalá-lo em outra máquina e nela criar o disquete com o qual você vai recuperar o arquivo.
    Um exemplo de programa que já vem num formato para rodar em disquete é o Recover4all (download: www.uol.com.br/info/aberto/download/2230.shl, 252 KB). Faça o download — também em outro micro, diferente daquele que contém o arquivo a ser recuperado — e execute o arquivo. Ele vai gerar um disquete com o utilitário, pronto para ser usado no PC onde está o arquivo perdido. O Recover4all exibe uma janela idêntica à do Windows Explorer, com uma diferença fundamental: nela são listadas somente pastas que contêm arquivos apagados. Ao lado do arquivo, aparece uma avaliação das chances de recuperá-lo: “good” (boas); “fair” (sofríveis) etc. Selecione o arquivo, ou arquivos, e clique no botão Recover, na barra de ferramentas. Para evitar sobrescrever documentos que você talvez deseje restaurar, o programa pede que você indique um drive diferente daquele onde estão os arquivos recuperados. Isso cria um problema adicional.
    Se seu arquivo for pequeno, você poderá salvá-lo em disquete. Caso contrário, talvez seja preciso conectar ao PC um Zip Drive ou um segundo disco rígido, ou gravar o arquivo num drive de rede. Há ainda uma limitação séria: na versão de demonstração, o Recover4all, assim como os demais programas do gênero, só desapaga arquivos de até 10 KB. A versão simples funciona apenas no Windows 98/Me, enquanto o Recover4all Professional também opera nos Windows de 32 bits puro-sangue: NT, 2000 e XP.


    OBS: Esse material é uma coletânea de dicas de informática, coletado na internet. Não me responsabilizo pelas informações aqui contidas.